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Semana da mulher 2021


Com emprego somos menos vulneráveis.

O desafio que enfrentamos

A desigualdade entre homens e mulheres rege as condições do mercado laboral e é um dos males endémicos que mais contribui para a pobreza e exclusão social em Espanha. Conhecendo a realidade do mercado de trabalho e as circunstâncias que rodeiam a mulher em situação de vulnerabilidade, na Fundación Adecco queremos atuar como ponto de ligação entre a mulher vulnerável e a empresa e pretendemos tornar os nossos esforços especialmente visíveis durante a semana da mulher..

Acreditamos no talento, lutamos contra os rótulos

Trabalhamos com as mulheres: acompanhando as mulheres mais vulneráveis no seu caminho até encontrarem um emprego, com a criação de workshops que têm um impacto direto no desenvolvimento de competências, na motivação ou no processo de procura de emprego.

Trabalhamos com as empresas: apresentando candidatas adequadas às suas ofertas de emprego, realizando ações de sensibilização e formação junto das suas equipas.

Trabalhamos com a sociedade: colocando as dificuldades das mulheres vulneráveis no centro da atualidade..

Ajudamos as mais vulneráveis

Mais de 60 workshops com mulheres em situação de vulnerabilidade ou exclusão social [see workshops]

Pequenos-almoços de trabalho, mesas-redondas e jornadas durante os quais abordaremos as principais dificuldades das mulheres em risco de exclusão social para aceder ao mercado de trabalho.

Apresentamos o nosso relatório #EmpregoParaTodas: a mulher em risco de exclusão no mercado laboral. [see report]

Difundimos as histórias das nossas candidatas, vídeos de ficção baseados em entrevistas reais a mulheres que atendemos, onde destacamos 3 perfis diferentes: mulheres vítimas de violência de género num mercado laboral afetado pela pandemia; mulheres com mais de 55 anos que demonstraram que se empenharam profissionalmente na pior fase da crise sanitária e que agora enfrentam um mercado laboral incerto; mulheres com responsabilidades familiares não partilhadas que, durante a pandemia, tiveram de fazer face ao desafio da conciliação, de forma extraordinariamente complicada.

Commited companies


Elas inspiram-nos, elas mobilizam-nos


Fernanda

A Fernanda tem lutado toda a sua vida. É enérgica e paciente. Tem 55 anos, chegou a Espanha em 2017 após toda uma vida de trabalho em diferentes sectores e levando por diante vários negócios. Agora, luta por encontrar um emprego estável, desde um quarto partilhado, para ajudar a dar o último empurrão para a independência económica dos seus filhos. Durante os piores meses da pandemia encontrou um emprego numa das áreas mais duras: era empregada de limpeza num lar de idosos. Desde o primeiro dia, teve de dobrar turnos, com as consequências físicas e psicológicas que isso implica. Felizmente, contava com o apoio do seu colega Luis. Os seus contratos de prestação de serviços terminaram. Será que vão continuar ambos nos seus postos de trabalho?

Jessica

A Jessica é empática e tem jeito para lidar com pessoas. Conseguiu ser uma mulher de trinta e tal anos independente, com dois filhos a seu cargo e um emprego estável. Até 2020. O bar de toda a vida do seu bairro, onde trabalha desde que terminou os estudos, teve de fechar temporariamente. Os seus rendimentos chegam de forma irregular e está a começar a atrasar-se no pagamento das rendas, o que faz com que não consiga suportar os encargos mais básicos. Existem opções para sair desse círculo?

Violeta

A Violeta aceitou deixar o seu trabalho quando se casou. Uma mulher determinada e eficiente que se centrou no cuidado dos filhos e da casa, para que o seu marido levasse para a frente o seu negócio. Aquilo que no princípio a Violeta atribuía a um mau feitio acabou, com o passar dos anos, por se transformar em maus-tratos psicológicos, agravados por uma “síndrome do ninho vazio”. Aos 50 anos, está disposta a sair da situação em que está e sabe que o primeiro passo é encontrar um emprego. Como lhe terá corrido a última entrevista de trabalho?

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Disponible de lunes a viernes de 9.00 a 18.00.

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