No dia 3 de dezembro de 2025, comemoramos o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e queremos aproveitar a oportunidade para promover ações do nosso quotidiano que nos ajudam a construir uma sociedade mais aberta à diversidade e sensível à realidade das pessoas com deficiência.
Esses são atos simples, que não exigem esforço, mas que criam ambientes mais acessíveis, humanos e inclusivos, o que pode fazer a diferença para o profissional com deficiência. Tudo o que é preciso é ter vontade, sensibilização e conhecimentos básicos sobre deficiência.
Ligar a câmara nas videochamadas e respeitar a vez de falar, mover a cadeira para não bloquear a passagem no escritório ou reservar alguns minutos para preparar uma reunião, e garantir que todos compreendem as suas tarefas … isso é promover a inclusão.
Na celebração do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, queremos continuar avançando consigo para a inclusão. É por isso que expomos aqui alguns relatos que nos ajudarão a entender melhor algumas situações que podem acontecer no dia a dia.
Muitas pessoas pensariam que elevar a voz é a opção correta, porém a opção mais eficaz e inclusiva é garantir que a sua cara esteja bem visível para que a pessoa consiga fazer a leitura labial.
Lydia Sempere, profissional com deficiência auditiva
Lydia é uma jovem com deficiência auditiva, licenciada em Ciências da Atividade Física e do Desporto e piloto profissional de automobilismo. Atualmente, trabalha como professora de educação física numa escola secundária; é piloto da Clio Cup e embaixadora da missão social da Fundação Adecco, realizando eventos de sensibilização para impulsionar a inclusão laboral de pessoas com deficiência.
Se quiser conhecer melhor a Lydia, visite o nosso blog e se for uma empresa inclusiva que queira ver a rotina diária da Lydia Sempere, preencha o nosso formulário de contacto.
É importante manter a ordem no espaço para não obstruir a passagem de uma cadeira de rodas, mas também é muito importante não mover a cadeira sem antes perguntar à pessoa que a utiliza. Imagine que o seu colega lhe agarra nos braços para lhe aproximar da impressora sem aviso prévio. Numa situação assim, é importante agir com respeito. Isso seria tão violento como se movessem a sua cadeira sem avisar.
Carmen Giménez, atleta paraolímpica
Carmen Giménez é licenciada em Direito e Gestão de Empresas, iniciou uma carreira promissora na área da consultadoria quando um episódio de violência doméstica lhe provocou uma lesão medular. Após a morte do seu filho Bruno, refugiou-se no atletismo e fundou o #RunForBruno, um projeto que dá visibilidade ao atletismo adaptado, inspirado no seu amor pela vida.
Carmen é atualmente campeã espanhola nas categorias T54 dos 800, 1.500 e 5.000 metros, além de liderar o projeto #RunForU e ser embaixadora da missão da Fundação Adecco.
Se quiser conhecer melhor a Carmen, o se for uma empresa inclusiva que queira ver a sua rotina diária de sensibilização, visite o nosso SITE.
Não se deve superproteger a pessoa, ela está lá porque é muito capaz de cumprir as funções atribuídas ao seu cargo. Talvez seja necessário adquirir alguns bons hábitos, como planear, seguir um calendário e determinadas funções sem improvisar muito, preparar as reuniões com antecedência ou dedicar tempo suficiente para explicar as coisas, certificando-se de que a pessoa com deficiência intelectual as compreende.
Caterina Moretti, profissional com síndrome de Down
Caterina é uma jovem de 28 anos com síndrome de Down. Ela é locutora profissional, digital influencer com uma grande legião de fãs, trabalha numa empresa de moda como assistente da equipa de marketing e é embaixadora da missão social da Fundação Adecco.
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